domingo, 25 de abril de 2010

Ao ser poeta

Ao ser poeta

Atravesso as ruas,

As curvas da cidade,

Através da retina

Que olha na minha retina.

Um tempo que em si, rima

em meio a melancolia, o medo...

Que cobrem os n1ossos dias.

Ao ser poeta,

Vou ao teu encontro

Da liberdade, em corpo e alma ,

De minha amada ,

E nessa terra ,

A poesia atravessa o real

E me vai ao sonho ..

Não haverá mais a tortura da fome.

O homem, não será mais cativo de

Qualquer cativeiro , força, mídia, noticias ,

Mas apenas sujeito a plenitude:

Do amor.

Da igualdade,

Risonha e vermelha

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domingo, 25 de abril de 2010

Ao ser poeta

Ao ser poeta

Atravesso as ruas,

As curvas da cidade,

Através da retina

Que olha na minha retina.

Um tempo que em si, rima

em meio a melancolia, o medo...

Que cobrem os n1ossos dias.

Ao ser poeta,

Vou ao teu encontro

Da liberdade, em corpo e alma ,

De minha amada ,

E nessa terra ,

A poesia atravessa o real

E me vai ao sonho ..

Não haverá mais a tortura da fome.

O homem, não será mais cativo de

Qualquer cativeiro , força, mídia, noticias ,

Mas apenas sujeito a plenitude:

Do amor.

Da igualdade,

Risonha e vermelha

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